"A educação não é obra de solista: ou se orquestra ou não ocorre”
É preciso viver. É preciso sentir. É preciso se encantar. Para educar, é preciso estar encantado .
terça-feira, 2 de outubro de 2018
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
Um bom professor, um bom começo
Um Bom Professor, Um Bom Começo
Autor:Max Haetinger
Autor:Max Haetinger
A base de toda conquista é o professor
A fonte de sabedoria, um bom professor
Todo bom começo tem um bom professor
Em cada descoberta, cada invenção
No bisturi da cirurgia…(um bom professor)
No trilho de uma ferrovia…(um bom professor)
Tudo que se cria tem um bom professor
No tijolo, na olaria, no arranque do motor
No sonho que se realiza…(um bom professor)
Uma lição de vida, uma lição de amor
Cada nova ideia tem um professor
O que se aprende, o que se ensina…(um professor)
Todo bom começo tem um bom professor
Na nota de uma partitura, no projeto de arquitetura
Em toda teoria, tudo que se inicia
Tem um bom professor
sábado, 22 de setembro de 2018
Momento de Agradecer...Igreja Nossa Senhora das Dores
Visita dos Vereadores Mirins ao Parlamento - Assembléia Legislativa do Estado - RS
| Chegada na Assembléia Legislativa |
| Alunas do 5º ano : Danielly Campos e Eduarda Vargas |
| Assembleia Legislativa após visita guiada |
| Painel no Hall de Entrada da Assembléia com foto Deputados Estaduais |
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| Vereadores Mirins e Professores |
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| No Plenário 20 de Setembro - Local onde acontece as discussões das demandas e votação |
A lenda do Negrinho do Pastoreio
A lenda do Negrinho do Pastoreio
É uma lenda meio cristã e meio africana.
É uma lenda muito popular no sul do Brasil e sua origem é do fim do Século XIX, no Rio Grande do Sul. Foi muito contada no final do século passado pelos brasileiros que defendiam o fim da escravidão. É uma lenda reconhecidamente do Rio Grande do Sul, e alguns folcloristas afirmam que a região tem uma única lenda sua, criada ao jeito local.
Conta a lenda que nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e peões. Em um dia de inverno, fazia muito frio e o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros que acabara de comprar. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. Disse o estancieiro: "Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece". Aflito, o menino foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou o cavalo pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o cavalo fugiu de novo.
De volta à estância, o estancieiro, ainda mais irritado, bateu
novamente no menino e o amarrou nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte,
quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá,
mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a
Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro
se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a
mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha. A partir disso,
entre os andarilhos, tropeiros, mascates e carreteiros da região, todos davam a
notícia, de ter visto passar, como levada em pastoreio, uma tropilha de
tordilhos, tocada por um Negrinho, montado em um cavalo baio. Desde então,
quando qualquer cristão perdia uma coisa, fosse qualquer coisa, pela noite o
Negrinho procurava e achava, mas só entregava a quem acendesse uma vela, cuja
luz ele levava para pagar a do altar de sua madrinha, a Virgem, Nossa Senhora,
que o livrou do cativeiro e deu-lhe uma tropilha, que ele conduz e pastoreia,
sem ninguém ver.
Quem
perder coisas no campo, deve acender uma vela junto de algum mourão ou sob os
ramos das árvores, para o Negrinho do pastoreio e vá lhe dizendo: "Foi
por aí que eu perdi... Foi por aí que eu perdi... Foi por aí que eu
perdi...". Se ele não achar, ninguém mais acha. ( https://www.sohistoria.com.br/lendasemitos/negrinho/)
| Atividades dos alunos da turma 401 - Pintura com têmpera |
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